Dia Mundial da Pneumonia

O Dia Mundial da Pneumonia foi proposto pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2.009, com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da prevenção da doença, que continua sendo a principal causa de morte de crianças com até 5 anos de idade – mais de 2.000 morrem diariamente por pneumonia no mundo; as mais vulneráveis ​​vivem em comunidades rurais e pobres. As mais de 880.000 mortes de crianças ocorridas em 2.017, sublinham a necessidade de melhorar o acesso equitativo a cuidados, diagnósticos e tratamentos de qualidade.

Trabalhar ativamente para prevenir e tratar a pneumonia apoia o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3: Garantir uma vida saudável e promover o bem-estar para todos em todas as idades, e em particular, o ODS 3.2 – acabar com as mortes evitáveis ​​de recém-nascidos e crianças menores de 5 anos até 2030 – objetivos que não poderão ser alcançados sem esforço e recursos contínuos para combater a pneumonia.

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Pandemias

Foi uma pandemia que aconteceu entre 1918 e 1919, atingindo todos os continentes e deixando um saldo de, no mínimo, 50 milhões de mortos. Não se sabe o local de origem dela, mas sabe-se que ela se iniciou de uma mutação do vírus Influenza. Os primeiros casos foram registrados nos Estados Unidos.

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A pandemia de COVID-19, também conhecida como pandemia de coronavírus, é uma pandemia em curso de COVID-19, uma doença respiratória aguda causada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2).[7] A doença foi identificada pela primeira vez em Wuhan, na província de HubeiRepública Popular da China, em 1 de dezembro de 2019

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Lições da Pneumónica

Há 100 anos também estava tudo farto

A História repete-se perenemente; todavia, ainda vamos usar o tempo da amostra há cem anos para evitar catástrofes maiores

No meio do dia 21 de novembro de 1918, como as sirenes soaram em toda a cidade de São Francisco, no estado da Califórnia, anunciam o fim do confinamento e o retorno à normalidade depois de um ano durável. 

Há dez dias que a Guerra Mundial tinha terminado, com uma assinatura do armistício entre a Alemanha e os Aliados, e a população ainda não tinha saído às ruas para festejar. Aqui, como em outras outras partes do mundo, como as autoridades ou o direito de durar medidas para suspender ou contornar uma morte por pneumonia, ou queixa espanhola, que custam a população nos últimos meses. Estava tudo farto do isolamento.

Depois de subir a sirene, os restaurantes e os bares ficam cheios de gente. Como massas celebradas, lançando como máscaras ao lixo e corrigindo para teatros. A euforia da liberdade era dupla: não havia quebrado os alemães e os Estados Unidos declarados guerra no ano anterior, como vencidos uma pandemia mais mortífera da história da Humanidade. Ou assim pensado em altura.

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